sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #60: (Temático) Barba Negra

Seu nome real era Edward Teach e ele foi de longe, o pirata mais famoso que já viveu! Seu apelido foi devido a grossa barba de cor preta e sua terrível aparência durante as batalhas, onde possuía o hábito de pôr pavios de fogo acesos em seus cabelos, para assustar os inimigos.



O Blackbeard ou Barba Negra foi um dos piratas mais temidos por seus inimigos, pois para conseguir tesouros ele era capaz de qualquer barbaridade.

Embora poucos saibam de sua vida antes de se tornar um pirata, a maioria dos historiadores concordam que ele deve ter nascido por volta de 1680.

O capitão Henry Bostock foi um prisioneiro deste temível pirata, que após ter seu navio saqueado, foi devolvido ileso e autorizado a partir com sua tripulação. Ele descreveu o Barba Negra como "um homem alto de uma barba muito negra e muito longa". Mais tarde descrições mencionavam que sua espessa barba possuía tranças. Durante as batalhas, ele foi descrito: pendendo em coldres como bolsas a tiracolo, colocava pavios acesos sob seu chapéu que apareciam de cada lado do seu rosto e seus olhos pareciam naturalmente ferozes e selvagens, tornando-o uma figura que a imaginação não podia deixar mais feroz e infernal".



Em 22 de novembro de 1718, Teach e vários membros de sua tripulação foram mortos por uma pequena força de marinheiros liderados pelo tenente Robert Maynard, em uma ataque surpresa.

Em uma luta corpo a corpo, Teach se esquivou de um disparo de Maynard, mas teve a cabeça cortada por um dos homens do tentente. Gravemente ferido, foi atacado e morto por vários outros soldados de Maynard.  



Posteriormente, Maynard examinou o corpo de Teach, observando que ele tinha sido baleado cinco vezes e apresentava cerca de vinte cortes, durante a batalha. Sua cabeça foi pendurada no gurupés da chalupa de Maynard como uma recompensa e seu corpo, jogado no estuário. 



Vários contos supersticiosos afirmam a existência do fantasma de Barba Negra. Luzes inexplicáveis no mar são muitas vezes referidas como "luzes de Teach", e alguns afirmam que o pirata vive à procura de sua cabeça.




domingo, 16 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #59: Como Fazer Sua Cerveja

São tantos interessados em fazer sua cerveja em casa que resolvemos dar uma mãozinha e mostrar como "a mágica acontece"!


Boa diversão e degustação!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #58: Weihenstephaner Vitus - A Melhor Cerveja do Mundo!

O Taberna traz até você a opção Weizenbock Vitus, conhecida por ser a melhor cerveja do mundo!

Vindo da cervejaria mais antiga do mundo em antiguidade, a Weihenstephan proporciona o que há de melhor no mundo da cerveja para você:
A Weihentephaner Vitus.

Um dos motivos que faz desta Weizenbock uma cerveja especial é o fato de seus maltes de trigo e cevada terem uma extra maturação nas adegas do monastério. É uma excelente opção para os amantes de cerveja de trigo.


foto tirada a bordo

O folder abaixo é disponibilizado pelo importador oficial e mostra os prêmios que provam que a Weihenstephaner Vitus é a melhor cerveja do mundo. E a melhor parte? Ela está disponível para vocês aqui no Taberna. Venha garantir a sua!




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #57: Curiosidades Sobre a Cerveja


Dentre outras, como:
A cerveja é a terceira bebida mais consumida do mundo, perdendo apenas para água e chá.

Estudos garantem que consumo moderado pode trazer resultados positivos ao organismo, podendo previnir doenças como anemia e colaborar na prevenção de problemas cardiovasculares, bem como ósseos.

Uma controvérsia no mínimo divertida está inserida no livro Comida - uma história, de Felipe Fernández-Armesto, que pergunta: "O que veio primeiro, o pão ou a cerveja?". Segundo ele, a cerveja foi proclamada "a fonte Ur (Cidade- Estado fundada na Mesopotâmia em 3.500 a.C.) de toda a civilização, um grão fermentado de efeito mágico que persuadiu as pessoas a se estabelecerem em aldeias amistosas". Seria ela o objetivo final dos agricultores, e não o pão. Pois parece que o processo rústico de transformar grãos em álcool apareceu primeiro do que o processo de moagem, mistura e cozimento do pão.

A República Tcheca está no topo da lista de países que mais consomem cerveja. Irlanda, alemanha e Austrália são os seguintes desta lista.

No idioma eslavo, a cerveja é chamada piwo (pronuncia-se "pivo"), do verbo pić (pronuncia-se "pítch"), "beber". Por isso, piwo pode ser traduzido como "bebida", o que demonstra a importância que lhe é concedida.

O Kalevala, poema épico finlandês coligido na forma escrita no século XIX mas baseado em tradições orais seculares, contém mais linhas sobre a origem da fabricação de cerveja do que sobre a origem do homem.

Historicamente, a cerveja já era conhecida pelos antigos sumérios, egípcios, mesopotâmios e ibéricos, remontando, pelo menos, a 6000 a.C.

A mais antiga lei que regulamenta a produção e a venda de cerveja é a Estela de Hamurabi, que data de 1760 a.C. Nela, se condena à morte quem não respeita os critérios de produção de cerveja indicados.

Durante a Idade Média, as pessoas consumiam mais cerveja que água, devido ao fato de ser difícil encontrar água potável.

A Lei da Pureza Alemã de cerveja de 1516 - a Reinheitsgebot - definia os únicos materiais permitidos para fabricação de cerveja como sendo malte, lúpulo e água. Com a descoberta do fermento e de sua função no final da década de 1860 por Louis Pasteur, a lei teve que ser alterada. Ainda assim, é a lei referente a alimentos mais antiga do mundo!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #56: A Tão Respeitada Cerveja Trapista Chimay!


Os monges da Abadia de Scourmont em Chimay, Bélgica, pertencem a Ordem de
“Cistercians of the Strict Observance”, conhecido geralmente como Trappist. Estes monges, que seguem a regra de Saint Benoit (indo de volta para do século 6) leva o nome de ”Cistercians" do mosteiro de Citeaux, fundado em Burgundy, no Século 12. Os monges, que dedicaram suas vidas a Deus, ganham a vida através seu trabalho manual e são, portanto, capaz de ajudar os mais pobres. Nos velhos tempos, os monges trabalhavam nos campos, mas nestes tempos modernos, eles têm trabalho englobando as pequenas indústrias, principalmente de comida e nos setores agrícolas. É desta maneira, nos países do norte da Europa, que eles têm trabalhado na produção de cerveja por vários séculos. Chimay: um dos 8 mosteiros trapistas.

foto tirada a bordo

E nós, do Taberna, disponibilizamos todos os títulos disponíveis! Ela foi chegando pouco depois do meio do ano passado e se fixou efetivamente em nosso cardápio. E nossos marujos poderão tomar como os estrangeiros tomam, eu suas belas taças exclusivas!


Chimay Rouge "Red Cap" - 330ml / Chimay Première - 750ml
Tipo: Belgian Dubbel / 7,0% vol. alc
Tem uma coloração acobreada e possui um colarinho cremoso que
exala um leve e frutado aroma de damascos produzido pela
fermentação. O sabor percebido na boca confirma os nuances
frutados observados na fragrância e transmite uma delicada sensação
na língua, equilibrado por um leve toque de amargor refrescante. No
paladar, o apreciador percebe uma agradável adstringência que
complementa as qualidades saborosas desta cerveja.

Chimay Tripel "White" - 330ml / Chimay Cinq Cents - 750ml
Tipo: Belgian Tripel / 8,0% vol. alc
A Chimay Tripel/Triple é uma cerveja trapista, com uma coloração dourada
típica, uma aparência ligeiramente turva e um colarinho delicado, sendo
especialmente caracterizada por seu aroma, resultado da combinação
agradável de lúpulo fresco e fermento. Seu sabor, quando sentido na boca,
vem do lúpulo: apresenta notas frutadas de moscatel e passas. Seu aroma
complementa muito bem seu gosto ligeiramente amargo. A Chimay Triple
não é pasteurizada, sendo refermentada na garrafa.

Chimay Bleue "Blue Cap" - 330ml / Chimay Grande Réserve - 750ml
Tipo: Belgian Quadrupel / 9,0 % vol. alc
A Chimay Blue é uma cerveja forte cuja fragrância fresca de
levedura, com um toque suave de flores, é especialmente
agradável. O seu sabor só acentua as sensações agradáveis
presentes em seu aroma, revelando um suave toque de malte
torrado. A Chimay Blue não é pasteurizada, sendo refermentada
na garrafa.

Diário de Bordo #55: Um Gole de História - Surgimento da Cerveja



Historicamente, a cerveja já era conhecida pelos antigos sumérios, egípcios, mesopotâmios e ibéricos, remontando, pelo menos, a 6000 a.C. A agricultura surgiu na Mesopotâmia em um período entre a revolução do Neolítico e a Idade dos Metais. A mais antiga lei que regulamenta a produção e a venda de cerveja é a Estela de Hamurabi, que data de 1760 a.C. Nela, se condena à morte quem não respeita os critérios de produção de cerveja indicados. Incluía várias leis de comercialização, fabricação e consumo da cerveja, relacionando direitos e deveres dos clientes das tabernas. O Código de Hamurabi também estabelecia uma ração diária de cerveja para o povo da Babilônia: 2 litros para os trabalhadores, 3 para os funcionários públicos e para os administradores e o sumo sacerdote. O código também impunha punições severas para os taberneiros que tentassem enganar os seus clientes.

A notícia mais antiga que se tem da cerveja vem de 2600 a 2350 a.C. Desta época, arqueólogos encontraram menção no Hino a Ninkasi, a deusa da cerveja, de que os sumérios já produziam a bebida. Já na Babilônia dá-se conta da existência de diferentes tipos de cerveja, originadas de diversas combinações de plantas e aromas, e o uso de diferentes quantidades de mel.

Posteriormente, no antigo Egito, a cerveja, segundo o escritor grego Ateneu de Náucratis (século III d.C.), teria sido inventada para ajudar a quem não tinha como pagar o vinho. Inscrições em hieróglifos e obras artísticas testemunham o gosto deste povo pelo henket ou zythum, apreciado por todas as camadas sociais. Até um dos faraós, Ramsés III (1184-1153 a.C.), passou a ser conhecido como "faraó-cervejeiro" após doar, aos sacerdotes do Templo de Amon, 466 308 ânforas ou aproximadamente um milhão de litros de cerveja provenientes de suas cervejeiras.

Praticamente qualquer açúcar ou alimento que contenha amido pode, naturalmente, sofrer fermentação alcoólica. Assim, bebidas semelhantes à cerveja foram inventadas de forma independente em diversas sociedades em redor do mundo. Na Mesopotâmia, a mais antiga evidência referente à cerveja está numa tábua sumeriana com cerca de 6 000 anos de idade na qual se veem pessoas tomando uma bebida através de juncos de uma tigela comunitária. A cerveja também é mencionada na Epopeia de Gilgamesh. Um poema sumeriano de 3 900 anos homenageando a deusa dos cervejeiros, Ninkasi, contém a mais antiga receita que sobreviveu, descrevendo a produção de cerveja de cevada utilizando pão.

A cerveja teve alguma importância na vida dos primeiros romanos, mas, durante a República Romana, o vinho destronou a cerveja como a bebida alcoólica preferida, passando esta a ser considerada uma bebida própria de bárbaros. Tácito, em seus dias, escreveu depreciativamente acerca da cerveja preparada pelos povos germânicos.

Na Idade Média, vários mosteiros fabricavam cerveja, empregando diversas ervas para aromatizá-la, como mírica, rosmarinho, louro, sálvia, gengibre e o lúpulo, este utilizado até hoje e introduzido no processo de fabricação da cerveja entre os anos 700 e 800. O uso de lúpulo para dar o gosto amargo da cerveja e para preservá-la é atribuída aos monges do Mosteiro de San Gallo, na Suíça. Houve um tempo em que o papel da levedura na fermentação era desconhecido. Na época dos Vikings, cada família tinha sua própria vara de cerveja que eles usavam para agitar a bebida durante a produção. Estas varas de cerveja eram consideradas herança de família, porque era o uso da vara que garantia que a cerveja daria certo. Hoje em dia, sabe-se que estas varas continham uma cultura de levedura. A Lei da Pureza Alemã de cerveja de 1516 - a Reinheitsgebot - definia os únicos materiais permitidos para fabricação de cerveja como sendo malte, lúpulo e água. Com a descoberta do fermento e de sua função no final da década de 1860 por Louis Pasteur, a lei teve que ser alterada.

A maior parte das cervejas, até tempos relativamente recentes, eram do tipo que agora chamamos de ales. As lagers foram descobertas por acidente no século XVI, quando a cerveja era estocada em frias cavernas por longos períodos; desde então, elas ultrapassaram largamente as cervejas tipo ale em volume. O lúpulo é cultivado na França desde o século IX. O mais antigo escrito remanescente a registrar o uso do lúpulo na cerveja data de 1067 pela abadessa Hildegarda de Bingen: "Se alguém pretender fazer cerveja da aveia, deve prepará-la com lúpulo." No século XV, na Inglaterra, a fermentação sem lúpulo podia dar origem a uma bebida tipo ale - o uso do lúpulo torná-la-ia uma cerveja. A cerveja com lúpulo era importada para a Inglaterra (a partir dos Países Baixos) desde cerca de 1400, em Winchester. O lúpulo passou a ser cultivado na ilha a partir de 1428. A Companhia dos Fabricantes de Cerveja de Londres foi longe a ponto de especificar que "nenhum lúpulo, ervas, ou coisa semelhante será colocada dentro de nenhuma ale ou bebida alcoólica enquanto a ale estiver sendo feita - mas somente um licor (água), malte e uma levedura". Contudo, por volta do século XVI, "ale" veio a referir-se a qualquer cerveja forte, e todas as ales e cervejas continham lúpulo.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #54: Brugse Zot Blond à Bordo!

Uma cerveja blond com creme branco e persistente, aroma lupulado e sabor frutado. Essa cerveja é feita com quatro variedades de malte e duas variedades de lúpulo, o que lhe confere seu sabor único. É uma cerveja muito bem balanceada, uma cerveja fácil de beber, mas com muito caráter. Teor alcoólico: 6%.

foto tirada a bordo

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #53: Segundo Estudo, Cerveja Faz Bem aos Ossos!

"Um estudo da Universidade de Extremadura, na Espanha, constatou que o líquido traz benefícios à saúde. O principal deles? Evita o enfraquecimento dos ossos e, por isso, pode ajudar a prevenir a osteoporose.

A pesquisa comparou a densidade óssea de 1.697 voluntárias com idade média de 48,4 anos. Das que consumiam álcool regularmente, foram comparadas as que consumiam cerveja e vinho. As que preferiam cerveja, tiveram resultados melhores.

Os cientistas concluíram que, provavelmente, os hormônios da cerveja são os responsáveis pelo resultado positivo."



Fonte: Folha

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #52: Schlenkerla Rauchbier

Já experimentou uma cerveja defumada???
A Schlenkerla proporciona uma sensação indescritível para quem experimenta.

foto tirada a bordo

O Taberna disponibiliza aos marujos esta maravilhosa cerveja que é a mais renomada do mundo dentro no estilo defumado (rauchbier).

foto tirada a bordo

Além de um belíssimo rótulo, esta deliciosa cerveja pode ser encontrada no estilo Weizen, Marzen e Urbock.

Saiba mais sobre ela:

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #51: Deus vs. Satan - Apenas Um Combate Belga

Deus versus Satan! Num confronte deste porte, quem sai ganhando são nossos marujos!

Ambas belgas e de grande renome. Escolha a sua a bordo!

foto tirada a bordo

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Diário de Bordo #50 (temático): Vamos Falar Como Piratas!

Ahoy!

Atingimos o post número 50, com mais de 3500 visualizações! E, para marcar esta altura deste nosso canal de informações, separamos uma lição para nossos marujos se inteirarem a respeito do "piratês", ou linguajar dos 7 mares. Afinal, um bom pirata será reconhecido por bom uso da sua forma peculiar de comunicação. No entanto, mesmo sendo uma linguagem mista (é formada especialmente pela língua inglesa e acrecida de termos multilíngues, com termos ingleses "espanholados" ou "afrancesados"), a base fica sendo o inglês mesmo, onde a lição só fica de acordo em inglês mesmo. Mas é totalmente compreensível, então tomem nota! 

"First thing yer going to need to learn is the Pirate Alphabet. 

Ayyy – means “What’s that?” 
Be – means “is or are” 
C – that would be “yes” in Spanish. 
E – means “maybe”. 
I – means “yes” 
L – “Go to ‘ell!”


Q – That would be yer pony tail if’n you had one. That’s what they called them, don’t know why. 
R – Everybody knows Arrr…

T – no thanks, I’d rather have grog. 

That’s the pirate alphabet, not exactly a literate bunch, the pirates, so they don’t have quite as many letters as the rest of us use. 

On a boat, they use all sorts of funny words for different things. For instance, what you might call a hole, we call the “scuppers”. That hole on the side of my ship lets water wash off the deck in a storm. If you get blown overboard, you’ve been scupper’d. 

This pole with the sails would be a mast, the one in the middle would be the mizzen-mast. The little house at the rear of the ship would be called the Forecastle, except we don’t use as many letters so we call it the fo’c’s’le (folksel), the back would be called the Aftcastle or……af’s’le (afsel). 

Similar to pronunciation rules, jobs like the Boatswain, we call ‘em a bosun. The edge of the boat, the rails, normally called Gunrails… gunnels.

We pirates try to speak as quickly as possible, get rid of as many letters as we can, because as I said before, pirates are not exactly a literate bunch. So 

To greet a friend you’d say “Ahoy Matey!” 

To say good-bye you’d say “Fair Winds!” or “May the winds always be at yer back”, it’s a good luck blessing. 

Now if you don’t like someone you might call him a “Scurvy Dog”. If you think they’re useless… they’re “Sharkbait”. 

Someone who is not a sailor is a “Landlubber” or “Lubber” for short, as I said before you want to trim as many letters as you can. 

Another good insult word is “Blaggard” or “Black Guard”, but again, I think you know the technique. 

Now, if you’re surprised by something you might say “Blimey!” or “Shiver me timbers!”. Now shiver me timbers comes from… when all of a sudden yer ship is under attack, cannonball hits, rocks the entire ship… shiver me timbers. 

If you want someone to stop you say “Avast!”…or “Belay that”. Belay means to stop and if someone’s doing something you don’t like, you yell “Belay that!” It comes from the wooden pins placed into the rails, they’re called “belay pins” and you use them to tie down your lines, stops the sails and the boom from moving around. Belay means to stop. 

Pirates are also known as Corsairs which is a French word, Buccaneer is a Spanish word, or my personal favourite “Maritime Entrepreneur”. That one allows you to avoid problems with the law. 

If you sing a song, it’s a “shanty”, from the French “Chante” (pronounced shawntay). 

A chest is where you’d put your treasure. A “Dead Man’s Chest” would be a coffin. 

“Dead lights” would be your eyes. “Use your dead lights matey, its right in front of ya”. 

“Lights” would be yer lungs. If you want to scare someone, make ‘em real nervous you’d say “I’ll slit you from liver to lights!” which means yer gonna cut them in half. 

When its time to celebrate and you want to have a drink you “Splice the main brace”. If you’re going to dance you “do a jig” or “a hornpipe”. It’s not just a dance, but also an instrument used to blow people on and off a ship. When the Captain approaches, the bosun would blow on the hornpipe, but it’s also used to play music for dances." 
 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #49: Cada Vez Mais Horizontes - BiereTrotter.com

Conquistando aqui e ali, alcançamos a França! Fomos informados que fomos adicionados ao BiereTrotter.com, conhecido site francês que oferece informações aos turistas do mundo. Frequentes indicações de estimados clientes estrangeiros surtiram efeito e ganhamos mais esse reconhecimento em nosso hall. Lembrando que não é incluso nada em tal site através de solicitação ou pagando!



Uma vez no site, o turista tem dezenas de opções de países e cidades dos mesmos, onde somos os únicos representantes do estado de Minas Gerais, nas poucas opções do Brasil, ao lado de grandes nomes em cervejas especiais!


É recompensador atingir reconhecimento, sem comprar cervejas de supermercados, até porque estes estão mais próximos a rivais de mercado que os da "Confraria do Milho" (que também tem funcionamento à noite).

Por fim, agradecemos novamente ao crescente público de cervejas melhores, os quais fazem nossa jornada valer a pena e ser possível. Mas, neste caso, em especial aos turistas e estrangeiros, que ajudam a construir algo fora da região em que estamos situados!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #48: Happy Hour (dia 31/01)

No dia 31/01, recebemos marujos para um happy hour com grande estilo e variedades de cervejas importadas.


Para marcar o seu, basta avisar na página ou ligar informando o horário, que o Taberna garantirá a cerveja gelada e as melhores porções para o sucesso do happy hour dos marujos.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #47: Cerveja Tradicional Holandesa? É Urthel!

Seja uma pale ale à moda belga, uma belgian saison com especiarias, ou strong bitter, a indicação holandesa fica sempre sendo a conhecida mundialmente Urthel. E claro, temos sua taça própria, pois essa não tem em supermercado também! Venha saboreá-la a bordo!


foto tirada a bordo

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #46: Como Pedir Cerveja

Aqui no Taberna, trazemos até você opções de cervejas de vários países. Isso já não é uma novidade, não é mesmo?

Você chega no navio e pede ao capitão a cerveja que melhor irá atender sua vontade no dia. Mas e em outros lugares? Já sabe como pedir sua cerveja?


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #45: Vodkas Clássicas

O estoque de vodcas importadas está reposto!

foto tirada a bordo

As famosas Stolichnaya (mais famosa vodca russa) e Grey Goose (mais famosa vodca francesa) ocupam novamente seu merecido espaço em nosso cardápio para serem degustadas puras, com gelo ou em uma caipiroska que vocês já conhecem a qualidade!

Venha conferir!

Diário de Bordo #44: Eisenbahn está de volta!

Vocês pediram e ela voltou!

Eisenbahn e seus estilos mais cobiçados já estão disponíveis novamente a bordo.

Pela ordem da imagem: Strong golden ale, dunkel, pale ale e weizenbock! Foto tirada a bordo.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #43: Novo Cardápio em Processo Final


Ahoy, marujos!

Enfim, nosso novo cardápio, com o design elaborado por nós mesmos. Foi um tempo indefinido bem complicado, devido aos diversos títulos testados a serem escolhidos. Desde o último cardápio impresso, tivemos passagem de mais de 200 títulos diferentes a bordo, o que dificultava em absoluto a definição de quais seriam os escolhidos como aqueles sempre presentes. E as principais razões de tanta dificuldade para se chegar a uma conclusão estão a seguir:

1ª - Como dizem: "gosto, cada um tem o seu". Assim, é muito complicado apenas escolhermos a dedo quais figurariam. Deve haver uma convergência de fatores para escolhas acertadas. Não podem ser apenas as mais consumidas mundialmente, pois sempre entram diversas questões a respeito e tem que haver não só principais, bem como secundárias. Também não podem ser apenas as tidas como melhores do mundo (segundo sites especializados), pois estas tendem a ser mais refinadas, de sabor bem forte e de altos preços. Além de não dever ter críticas negativas significativas em si. Estar disponíveis facilmente em supermercados também é ponto negativo para nós, os quais o desafio sempre foi trazer o antes indisponível ao alcance dos marujos.

2ª - São milhares de títulos ao alcance de serem trazidos a bordo, então não é justo com tantas dezenas ficar de fora. Obedecendo aos fatos ditos no supracitado parágrafo e tendo em mente que é importante ter variedade entre os mais de 120 estilos de cervejas existentes, mas sem deixar de ter as melhores opções possíveis entre os estilos mais clássicos. 

3ª - O quadro foi reduzido para 100 títulos, a fim de facilitar para o cliente em sua escolha. Algo muito extenso poderia cansá-lo. Mas esperamos a compreensão dos que prefeririam mais títulos a oferecer quanto a isso. E foi mais difícil tirar algumas dezenas que já trabalhamos anteriormente, ainda que não necessariamente não as teremos disponíveis. Apenas comportarão 100 no cardápio, porém novas continuarão sendo trazidas e apresentadas aos fiéis das cervejas especiais. Bem como algumas já conhecidas poderão estar disponíveis ainda.

3ª - O fabrico é extremamente profissional, a nível internacional. O alto custo é outro fator determinante para tal demora. E o tempo de entrega estaria, em média, coincidindo com chegada de novos títulos, imediatamente o deixando desatualizado.

Por fim, esperamos que goste e garantimos que a espera valeu! E nunca quisemos apresentar algo que não fosse compatível com nosso ideal e inovador na região!


Imagem de uma das folhas do mesmo, a qual o capitão fala sucintamente sobre cerveja

Diário de Bordo #42: A Fruit Beer Früli

Vocês podem encontrar, somente a bordo do Taberna Pirate Bar, a belga Früli.
Produzida em uma cervejaria artesanal, essa fruit beer de alta qualidade é uma mistura única de cerveja de trigo belga e suco de morango!

foto tirada a bordo

O resultado é uma cerveja refrescante e equilibrada, embalada pelo sabor do morango! Uma excelente e requintada opção para estes dias quentes!

sábado, 25 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #41: Ode às Cervejas Mais Refinadas

Grupo de marujos degustando a excelente belga Tripel Karmeliet, no primeiro assalto.




E, para o segundo round, experimentando a nacional, escura e conceituada Wälls Petroleum!


 

Muito bom gosto, marujos!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #40 (temático): O Rei dos Piratas - Sir Henry Morgan

Ahoy, mateys!

Neste novo post temático, abordaremos um pirata, em pessoa, e de forma sucinta. Mas não um qualquer! Estou falando do "pirate king", como também era chamado: Sir Henry Morgan. Ele foi, talvez, o corsário inglês que mais ouro saqueou dos espanhóis. Nomeado como "Sir" por sua majestade, a rainha da Inglaterra, e também já ocupou o cargo de governador da Jamaica, devido a sua grande influência na região.




Nascido em 1635, no País de Gales e, como muitos piratas, os historiadores sabem muito pouco a respeito de seu início de carreira. Seu nome era inédito até 1665, quando foi feito o segundo no comando de um grupo de corsários, que lutaram contra os holandeses na Guerra Anglo-Holandesa. 




Sua primeira grande façanha foi a captura da cidade de Porto Príncipe, Cuba. Insatisfeito com o saque, no entanto, ele imediatamente partiu para o Panamá e saqueou a cidade de Portobello - um golpe que instantaneamente tornou rico. Ele chegou à cidade com treze navios e mil cento e cinqüenta homens para invadir e derrotar as forças espanholas. Depois de vários dias de batalha, para retirar o ouro, a prata e as pedras preciosas, utilizou-se de cento e cinqüenta mulas e ao se retirara da cidade incendiou-a. Em uma das expedições mais arrojadas, Morgan saiu da Jamaica com uma pequena frota de navios em direção a Yucatan. Atravessaram o golfo do México e, marchando por cinqüenta milhas, atacaram a cidade de Villahermosa. Ao retornarem ao porto, seus navios haviam sido aprisionados pelas tropas espanholas que faziam a ronda para proteger as colônias da Espanha, e, num golpe arrojado, conseguiu roubar dois navios espanhóis e quatro canoas nativas, onde conseguiram navegar por quinhentas milhas, sendo então arrastados por correntes marinhas adversas, dando a volta na península de Yucatan. Foram parar na rica cidade de Granada, onde a atacaram e saquearam. 




Diversos foram os ataques às cidades espanholas. Entre elas estão Santiago de Cuba e Campeche. Esta última era defendida por dois fortes e muitos soldados espanhóis. A batalha durou dois dias e, por fim, houve a rendição espanhola. Depois disso, o seu nome se espalhou rapidamente.




Sir Henry Morgan foi um dos mais bravos fanfarrões, mais inteligentes e bem-sucedidos que já viveu. Ao longo de sua carreira, percorria as ilhas do Mar do Caribe, causando muita confusão e enterrando muitos tesouros (uma reivindicação feita de quase todos os piratas). Seus tesouros nunca foram encontrados.




PRINCIPAIS EVENTOS:

Porto Bello (1668) 
Morgan, sentindo que não era possível invadir a cidade de Porto Bello por mar, resolveu invadir a cidade por terra. Assim, tiveram que andar por três dias pela selva e montanhas até chegarem à cidade, no final da madrugada do terceiro dia, quase à exaustão. Os espanhóis foram pegos de surpresa e não colocaram muitos obstáculos, tanto que os piratas logo dominaram o Castelo de Santiago de las Dores. Ainda assim. para tomar a Fortaleza de San Jerônimo, ele teve que recorrer a “métodos não muito militares”. Retirou dos conventos as madres, amarrando-as e colocando-as como escudo, na frente dos piratas. Dessa forma, os soldados da fortaleza não puderam atirar. Mas, o Governador de Porto Bello não se entregou sem luta. Tanto que, para fazê-lo parar, já todo ensangüentado, Morgan mandou dar um tiro no Governador, que finalmente tombou heroicamente. Por fim, Henry Morgan saqueou a cidade, enquanto seus marujos se divertiam bebendo e fazendo farra pela cidade. Os navios da frota pirata saíram carregados de ouro e prata, além de um montante de 150.000 pesos, uma enorme fortuna na época.

Maracaibo (1669) 
Henry Morgan entrou pela baia de Maracaibo, a bordo de pequenos navios, por serem ágeis, e fariam um ataque rápido. Mesmo porque os navios espanhóis haviam saído mar adentro e a cidade estava desguarnecida, assim os espanhóis foram dominados sem resistência, Morgan se deteve na cidade por alguns dias torturando os civis para conseguir o resgate para libertar a cidade. Só pode conseguir 5.000 moedas de oito (que valia oito pesos cada). Preparados para sair em direção ao Caribe, entrou pela baia três galeões da Armada Espanhola o Magdalena, o Luiz e o La Marquesa comandados pelo Almirante Alonso Del Campo Morgan em ataque desesperado ateou fogo em um dos navios e lançou-o contra o Magdalena os tripulantes com mechas acesas jogaram no galeão produzindo uma enorme implosão afundando o Magdalena. O capitão do Luis ordenou uma manobra arriscada fazendo com que o casco do galeão  choca-se com corais ficando preso pelo casco. Os pirata se apressaram em abordar o La Marquesa havendo uma luta sangrenta. Logo Morgan ordenou aos outros navios da frota para que atacassem a fortaleza da cidade onde morreram mais de trinta piratas ai o La Marquesa se posicionou para desembarcar soldados para defender a cidade, Morgan em um golpe estratégico mandou seus marujos subirem a bordo e assim puderam fugir a salvo.

Panamá (1671) 
O governador do Panamá, Agustín Bracamonte, havia desafiado Henry Morgan para que tenta-se invadir o Panamá como havia feito em Porto Bello, em resposta Morgan disse para que o governador aguarda-se pois teria uma surpresa. No começo de 1671 Morgan partiu em direção do Panamá com 35 navios e 2000 marujos entre ingleses e franceses, Morgan estava preparando um ataque pirata sem precedentes. Para conseguir invadir o primeiro forte custou-lhe a vida de 200 marujos e dezenas de feridos. Passado essa primeira fortaleza teriam que caminhas através da selva o que resultou um tremendo cansaço dos marujos, mas alem de tudo eram verdadeiros guerreiros, ainda mais quando tinha muitos tesouros em jogo eles lutavam até a morte. Ao chegarem na cidade do panamá ela estava defendida por 500 soldados a cavalo e 2000 a pé, e ainda tinha escravos e civis mal treinados. O desafortunado ataque frontal a cavalo fez com que os soldados espanhóis fossem dizimados pela artilharia de mosquetes dos piratas. Depois de uma luta sangrenta os piratas de Morgan dominaram a fortaleza. O fogo ateado não se sabe por quem queimou todo o deposito de seda e especiaria armazenada. Os piratas ficaram acampados por muitos dias torturando civis para descobrirem todos os tesouros que havia na cidade, o que resultou em um butim de 200 moedas de oito para cada pirata. Esse ataque arrasador destruiu toda a cidade do Panamá que teve que ser reconstruída. Ante as reações do Rei da Espanha o Rei Carlos II mandou prender Henry Morgan em Londres mas ele ficou preso por alguns dias, depois foi enviado à Jamaica como Vice Governador.

P.S.: Nos vemos novamente com mais um post temático no #50!


Diário de Bordo #39: Nossa Página no Facebook

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E mais um post temático a seguir, no #40!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #38: Badger Hoping Hare

BADGER - HOPPING HARE

foto tirada a bordo

Uma cerveja de alta fermentação produzida com 3 variedades de lúpulos: os aromáticos Goldings e Cascade, que combinados dão as notas cítricas que lembram grapefruit e um toque floral, enquanto o lúpulo First Gold se encarrega do amargor. O resultado é uma cerveja Ale super refrescante, com aroma de lúpulo único e amargor muito equilibrado. Leve e fácil de beber, possui 4,4% de teor alcoólico, cor âmbar/cobre claro, aroma cítrico, lupulado, com notas de cereal e toques de especiarias. 

Premiada com medalha de prata em 2011 no "Taste of the West Awards", "British Bottlers Institute Awards" e "Super-regional Best Bitter Heat" (CAMRA Champion Beer of Britain Competition) e medalha de bronze em 2010 e 2009 no "Taste of the West Awards".

Cerveja English Bitter Ale/Specialty Beer  |  Âmbar Clara  |  4,4% Álc.  |  Alta Fermentação  |  Origem: Inglaterra

domingo, 19 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #37: Roda de Sabores da Cerveja

A Roda de Sabores da Cerveja foi de boa repercussão em nossa página do Facebook. Então, estamos destacando-a novamente para quem não teve oportunidade de vê-la por lá e deixando-a mais acessível a todos, por prover uma organização melhor para este fim.



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #36: Biritis a Bordis

Trouxemos a bordis mais uma novidade para nossos marujis!


Esta vienna lager vem com um gostinho todo especial, por ser em homenagem a um personagem que tantos conheceram e adoram, que faz parte da história do Brasil.


Venham conferir e garantir as suas!

foto tirada a bordo

Então, seja pelo sabor persistente dela ou pela lembrança da embalagem, "você pode"!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Diário de Bordo #35: Primeiro Local Internacional

O Taberna se tornou o primeiro local internacional de Itajubá.

Devido à grande variedade de cervejas e destilados importados, recebemos marujos de todos os cantos do mundo que podem aproveitar e se sentir em casa, com o ambiente estilo pub que proporcionamos para os mineiros e um cardápio com mais de 200 opções em produtos estrangeiros!