Dentre outras, como:
A cerveja é a terceira bebida mais consumida do mundo, perdendo apenas para água e chá.
Estudos garantem que consumo moderado pode trazer resultados positivos ao organismo, podendo previnir doenças como anemia e colaborar na prevenção de problemas cardiovasculares, bem como ósseos.
Uma controvérsia no mínimo divertida está inserida no livro Comida - uma história, de Felipe Fernández-Armesto, que pergunta: "O que veio primeiro, o pão ou a cerveja?". Segundo ele, a cerveja foi proclamada "a fonte Ur (Cidade- Estado fundada na Mesopotâmia em 3.500 a.C.) de toda a civilização, um grão fermentado de efeito mágico que persuadiu as pessoas a se estabelecerem em aldeias amistosas". Seria ela o objetivo final dos agricultores, e não o pão. Pois parece que o processo rústico de transformar grãos em álcool apareceu primeiro do que o processo de moagem, mistura e cozimento do pão.
A República Tcheca está no topo da lista de países que mais consomem cerveja. Irlanda, alemanha e Austrália são os seguintes desta lista.
No idioma eslavo, a cerveja é chamada piwo (pronuncia-se "pivo"), do verbo pić (pronuncia-se "pítch"), "beber". Por isso, piwo pode ser traduzido como "bebida", o que demonstra a importância que lhe é concedida.
O Kalevala, poema épico finlandês coligido na forma escrita no século XIX mas baseado em tradições orais seculares, contém mais linhas sobre a origem da fabricação de cerveja do que sobre a origem do homem.
Historicamente, a cerveja já era conhecida pelos antigos sumérios, egípcios, mesopotâmios e ibéricos, remontando, pelo menos, a 6000 a.C.
A mais antiga lei que regulamenta a produção e a venda de cerveja é a Estela de Hamurabi, que data de 1760 a.C. Nela, se condena à morte quem não respeita os critérios de produção de cerveja indicados.
Durante a Idade Média, as pessoas consumiam mais cerveja que água, devido ao fato de ser difícil encontrar água potável.
A Lei da Pureza Alemã de cerveja de 1516 - a Reinheitsgebot - definia os únicos materiais permitidos para fabricação de cerveja como sendo malte, lúpulo e água. Com a descoberta do fermento e de sua função no final da década de 1860 por Louis Pasteur, a lei teve que ser alterada. Ainda assim, é a lei referente a alimentos mais antiga do mundo!

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