sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #60: (Temático) Barba Negra

Seu nome real era Edward Teach e ele foi de longe, o pirata mais famoso que já viveu! Seu apelido foi devido a grossa barba de cor preta e sua terrível aparência durante as batalhas, onde possuía o hábito de pôr pavios de fogo acesos em seus cabelos, para assustar os inimigos.



O Blackbeard ou Barba Negra foi um dos piratas mais temidos por seus inimigos, pois para conseguir tesouros ele era capaz de qualquer barbaridade.

Embora poucos saibam de sua vida antes de se tornar um pirata, a maioria dos historiadores concordam que ele deve ter nascido por volta de 1680.

O capitão Henry Bostock foi um prisioneiro deste temível pirata, que após ter seu navio saqueado, foi devolvido ileso e autorizado a partir com sua tripulação. Ele descreveu o Barba Negra como "um homem alto de uma barba muito negra e muito longa". Mais tarde descrições mencionavam que sua espessa barba possuía tranças. Durante as batalhas, ele foi descrito: pendendo em coldres como bolsas a tiracolo, colocava pavios acesos sob seu chapéu que apareciam de cada lado do seu rosto e seus olhos pareciam naturalmente ferozes e selvagens, tornando-o uma figura que a imaginação não podia deixar mais feroz e infernal".



Em 22 de novembro de 1718, Teach e vários membros de sua tripulação foram mortos por uma pequena força de marinheiros liderados pelo tenente Robert Maynard, em uma ataque surpresa.

Em uma luta corpo a corpo, Teach se esquivou de um disparo de Maynard, mas teve a cabeça cortada por um dos homens do tentente. Gravemente ferido, foi atacado e morto por vários outros soldados de Maynard.  



Posteriormente, Maynard examinou o corpo de Teach, observando que ele tinha sido baleado cinco vezes e apresentava cerca de vinte cortes, durante a batalha. Sua cabeça foi pendurada no gurupés da chalupa de Maynard como uma recompensa e seu corpo, jogado no estuário. 



Vários contos supersticiosos afirmam a existência do fantasma de Barba Negra. Luzes inexplicáveis no mar são muitas vezes referidas como "luzes de Teach", e alguns afirmam que o pirata vive à procura de sua cabeça.




domingo, 16 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #59: Como Fazer Sua Cerveja

São tantos interessados em fazer sua cerveja em casa que resolvemos dar uma mãozinha e mostrar como "a mágica acontece"!


Boa diversão e degustação!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #58: Weihenstephaner Vitus - A Melhor Cerveja do Mundo!

O Taberna traz até você a opção Weizenbock Vitus, conhecida por ser a melhor cerveja do mundo!

Vindo da cervejaria mais antiga do mundo em antiguidade, a Weihenstephan proporciona o que há de melhor no mundo da cerveja para você:
A Weihentephaner Vitus.

Um dos motivos que faz desta Weizenbock uma cerveja especial é o fato de seus maltes de trigo e cevada terem uma extra maturação nas adegas do monastério. É uma excelente opção para os amantes de cerveja de trigo.


foto tirada a bordo

O folder abaixo é disponibilizado pelo importador oficial e mostra os prêmios que provam que a Weihenstephaner Vitus é a melhor cerveja do mundo. E a melhor parte? Ela está disponível para vocês aqui no Taberna. Venha garantir a sua!




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #57: Curiosidades Sobre a Cerveja


Dentre outras, como:
A cerveja é a terceira bebida mais consumida do mundo, perdendo apenas para água e chá.

Estudos garantem que consumo moderado pode trazer resultados positivos ao organismo, podendo previnir doenças como anemia e colaborar na prevenção de problemas cardiovasculares, bem como ósseos.

Uma controvérsia no mínimo divertida está inserida no livro Comida - uma história, de Felipe Fernández-Armesto, que pergunta: "O que veio primeiro, o pão ou a cerveja?". Segundo ele, a cerveja foi proclamada "a fonte Ur (Cidade- Estado fundada na Mesopotâmia em 3.500 a.C.) de toda a civilização, um grão fermentado de efeito mágico que persuadiu as pessoas a se estabelecerem em aldeias amistosas". Seria ela o objetivo final dos agricultores, e não o pão. Pois parece que o processo rústico de transformar grãos em álcool apareceu primeiro do que o processo de moagem, mistura e cozimento do pão.

A República Tcheca está no topo da lista de países que mais consomem cerveja. Irlanda, alemanha e Austrália são os seguintes desta lista.

No idioma eslavo, a cerveja é chamada piwo (pronuncia-se "pivo"), do verbo pić (pronuncia-se "pítch"), "beber". Por isso, piwo pode ser traduzido como "bebida", o que demonstra a importância que lhe é concedida.

O Kalevala, poema épico finlandês coligido na forma escrita no século XIX mas baseado em tradições orais seculares, contém mais linhas sobre a origem da fabricação de cerveja do que sobre a origem do homem.

Historicamente, a cerveja já era conhecida pelos antigos sumérios, egípcios, mesopotâmios e ibéricos, remontando, pelo menos, a 6000 a.C.

A mais antiga lei que regulamenta a produção e a venda de cerveja é a Estela de Hamurabi, que data de 1760 a.C. Nela, se condena à morte quem não respeita os critérios de produção de cerveja indicados.

Durante a Idade Média, as pessoas consumiam mais cerveja que água, devido ao fato de ser difícil encontrar água potável.

A Lei da Pureza Alemã de cerveja de 1516 - a Reinheitsgebot - definia os únicos materiais permitidos para fabricação de cerveja como sendo malte, lúpulo e água. Com a descoberta do fermento e de sua função no final da década de 1860 por Louis Pasteur, a lei teve que ser alterada. Ainda assim, é a lei referente a alimentos mais antiga do mundo!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #56: A Tão Respeitada Cerveja Trapista Chimay!


Os monges da Abadia de Scourmont em Chimay, Bélgica, pertencem a Ordem de
“Cistercians of the Strict Observance”, conhecido geralmente como Trappist. Estes monges, que seguem a regra de Saint Benoit (indo de volta para do século 6) leva o nome de ”Cistercians" do mosteiro de Citeaux, fundado em Burgundy, no Século 12. Os monges, que dedicaram suas vidas a Deus, ganham a vida através seu trabalho manual e são, portanto, capaz de ajudar os mais pobres. Nos velhos tempos, os monges trabalhavam nos campos, mas nestes tempos modernos, eles têm trabalho englobando as pequenas indústrias, principalmente de comida e nos setores agrícolas. É desta maneira, nos países do norte da Europa, que eles têm trabalhado na produção de cerveja por vários séculos. Chimay: um dos 8 mosteiros trapistas.

foto tirada a bordo

E nós, do Taberna, disponibilizamos todos os títulos disponíveis! Ela foi chegando pouco depois do meio do ano passado e se fixou efetivamente em nosso cardápio. E nossos marujos poderão tomar como os estrangeiros tomam, eu suas belas taças exclusivas!


Chimay Rouge "Red Cap" - 330ml / Chimay Première - 750ml
Tipo: Belgian Dubbel / 7,0% vol. alc
Tem uma coloração acobreada e possui um colarinho cremoso que
exala um leve e frutado aroma de damascos produzido pela
fermentação. O sabor percebido na boca confirma os nuances
frutados observados na fragrância e transmite uma delicada sensação
na língua, equilibrado por um leve toque de amargor refrescante. No
paladar, o apreciador percebe uma agradável adstringência que
complementa as qualidades saborosas desta cerveja.

Chimay Tripel "White" - 330ml / Chimay Cinq Cents - 750ml
Tipo: Belgian Tripel / 8,0% vol. alc
A Chimay Tripel/Triple é uma cerveja trapista, com uma coloração dourada
típica, uma aparência ligeiramente turva e um colarinho delicado, sendo
especialmente caracterizada por seu aroma, resultado da combinação
agradável de lúpulo fresco e fermento. Seu sabor, quando sentido na boca,
vem do lúpulo: apresenta notas frutadas de moscatel e passas. Seu aroma
complementa muito bem seu gosto ligeiramente amargo. A Chimay Triple
não é pasteurizada, sendo refermentada na garrafa.

Chimay Bleue "Blue Cap" - 330ml / Chimay Grande Réserve - 750ml
Tipo: Belgian Quadrupel / 9,0 % vol. alc
A Chimay Blue é uma cerveja forte cuja fragrância fresca de
levedura, com um toque suave de flores, é especialmente
agradável. O seu sabor só acentua as sensações agradáveis
presentes em seu aroma, revelando um suave toque de malte
torrado. A Chimay Blue não é pasteurizada, sendo refermentada
na garrafa.

Diário de Bordo #55: Um Gole de História - Surgimento da Cerveja



Historicamente, a cerveja já era conhecida pelos antigos sumérios, egípcios, mesopotâmios e ibéricos, remontando, pelo menos, a 6000 a.C. A agricultura surgiu na Mesopotâmia em um período entre a revolução do Neolítico e a Idade dos Metais. A mais antiga lei que regulamenta a produção e a venda de cerveja é a Estela de Hamurabi, que data de 1760 a.C. Nela, se condena à morte quem não respeita os critérios de produção de cerveja indicados. Incluía várias leis de comercialização, fabricação e consumo da cerveja, relacionando direitos e deveres dos clientes das tabernas. O Código de Hamurabi também estabelecia uma ração diária de cerveja para o povo da Babilônia: 2 litros para os trabalhadores, 3 para os funcionários públicos e para os administradores e o sumo sacerdote. O código também impunha punições severas para os taberneiros que tentassem enganar os seus clientes.

A notícia mais antiga que se tem da cerveja vem de 2600 a 2350 a.C. Desta época, arqueólogos encontraram menção no Hino a Ninkasi, a deusa da cerveja, de que os sumérios já produziam a bebida. Já na Babilônia dá-se conta da existência de diferentes tipos de cerveja, originadas de diversas combinações de plantas e aromas, e o uso de diferentes quantidades de mel.

Posteriormente, no antigo Egito, a cerveja, segundo o escritor grego Ateneu de Náucratis (século III d.C.), teria sido inventada para ajudar a quem não tinha como pagar o vinho. Inscrições em hieróglifos e obras artísticas testemunham o gosto deste povo pelo henket ou zythum, apreciado por todas as camadas sociais. Até um dos faraós, Ramsés III (1184-1153 a.C.), passou a ser conhecido como "faraó-cervejeiro" após doar, aos sacerdotes do Templo de Amon, 466 308 ânforas ou aproximadamente um milhão de litros de cerveja provenientes de suas cervejeiras.

Praticamente qualquer açúcar ou alimento que contenha amido pode, naturalmente, sofrer fermentação alcoólica. Assim, bebidas semelhantes à cerveja foram inventadas de forma independente em diversas sociedades em redor do mundo. Na Mesopotâmia, a mais antiga evidência referente à cerveja está numa tábua sumeriana com cerca de 6 000 anos de idade na qual se veem pessoas tomando uma bebida através de juncos de uma tigela comunitária. A cerveja também é mencionada na Epopeia de Gilgamesh. Um poema sumeriano de 3 900 anos homenageando a deusa dos cervejeiros, Ninkasi, contém a mais antiga receita que sobreviveu, descrevendo a produção de cerveja de cevada utilizando pão.

A cerveja teve alguma importância na vida dos primeiros romanos, mas, durante a República Romana, o vinho destronou a cerveja como a bebida alcoólica preferida, passando esta a ser considerada uma bebida própria de bárbaros. Tácito, em seus dias, escreveu depreciativamente acerca da cerveja preparada pelos povos germânicos.

Na Idade Média, vários mosteiros fabricavam cerveja, empregando diversas ervas para aromatizá-la, como mírica, rosmarinho, louro, sálvia, gengibre e o lúpulo, este utilizado até hoje e introduzido no processo de fabricação da cerveja entre os anos 700 e 800. O uso de lúpulo para dar o gosto amargo da cerveja e para preservá-la é atribuída aos monges do Mosteiro de San Gallo, na Suíça. Houve um tempo em que o papel da levedura na fermentação era desconhecido. Na época dos Vikings, cada família tinha sua própria vara de cerveja que eles usavam para agitar a bebida durante a produção. Estas varas de cerveja eram consideradas herança de família, porque era o uso da vara que garantia que a cerveja daria certo. Hoje em dia, sabe-se que estas varas continham uma cultura de levedura. A Lei da Pureza Alemã de cerveja de 1516 - a Reinheitsgebot - definia os únicos materiais permitidos para fabricação de cerveja como sendo malte, lúpulo e água. Com a descoberta do fermento e de sua função no final da década de 1860 por Louis Pasteur, a lei teve que ser alterada.

A maior parte das cervejas, até tempos relativamente recentes, eram do tipo que agora chamamos de ales. As lagers foram descobertas por acidente no século XVI, quando a cerveja era estocada em frias cavernas por longos períodos; desde então, elas ultrapassaram largamente as cervejas tipo ale em volume. O lúpulo é cultivado na França desde o século IX. O mais antigo escrito remanescente a registrar o uso do lúpulo na cerveja data de 1067 pela abadessa Hildegarda de Bingen: "Se alguém pretender fazer cerveja da aveia, deve prepará-la com lúpulo." No século XV, na Inglaterra, a fermentação sem lúpulo podia dar origem a uma bebida tipo ale - o uso do lúpulo torná-la-ia uma cerveja. A cerveja com lúpulo era importada para a Inglaterra (a partir dos Países Baixos) desde cerca de 1400, em Winchester. O lúpulo passou a ser cultivado na ilha a partir de 1428. A Companhia dos Fabricantes de Cerveja de Londres foi longe a ponto de especificar que "nenhum lúpulo, ervas, ou coisa semelhante será colocada dentro de nenhuma ale ou bebida alcoólica enquanto a ale estiver sendo feita - mas somente um licor (água), malte e uma levedura". Contudo, por volta do século XVI, "ale" veio a referir-se a qualquer cerveja forte, e todas as ales e cervejas continham lúpulo.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Diário de Bordo #54: Brugse Zot Blond à Bordo!

Uma cerveja blond com creme branco e persistente, aroma lupulado e sabor frutado. Essa cerveja é feita com quatro variedades de malte e duas variedades de lúpulo, o que lhe confere seu sabor único. É uma cerveja muito bem balanceada, uma cerveja fácil de beber, mas com muito caráter. Teor alcoólico: 6%.

foto tirada a bordo